
Thursday, December 18, 2008
Longe, lá de longe...

Sunday, December 14, 2008
Sobre te encontrar tempos atrás....
Monday, December 01, 2008
7° Dia de BOM Astral: O dia começa mais ou menos assim

o canto da chuva,
o canto do vento
a paz do índio,
a paz do céu,
a paz do arco-íris,
a cara do sol,
o sorriso da lua junto à natureza
em comunhão...
Eu to voando feito um passarinho,
ziguezagueando feito borboleta,
to me sentindo como o canarinho,
eu to pensando em minha violeta,
eta, eta, eta eta eta...
eta, eta, eta eta eta...
O som da cachoeira me levando,
as águas desse rio me acalmando...
o som da cachoeira me levando,
as águas desse rio me acalmando..."
Friday, November 28, 2008
Sobre o 4º Dia de Inferno Astral
(...)
Sabe quando você está triste, mas triste mesmo. Quando te dá aquele nó na garganta, os ombros pesam, a boca fica seca, os olhos molhados e você comprova que todos os seus órgãos estão funcionando, pois você pode sentir cada um trabalhando? É quando a lágrima vai se formando e no momento exato que ela vai cair, o telefone toca, o MSN acende, alguém aparece na porta da sala de surpresa. Ele (ou ela) aparecer só pra saber se você está bem, ou pra dizer um “oi linda”. Sabe como é? Gosto de pensar que um anjo, Deus, Jah, Buda, Santa Maria Pinta e Nina, ou sei lá quem usou um ser humano pra não deixar aquela maldita lágrima rolar. É bobo, mas ando pensando que é assim.
(...)
O que é pior? Ter sono de tanto chorar ou ter insônia de tanta preocupação?
(...)
Agora ninguém pode estar diferente. O bonzinho não pode estar furioso, o magro não pode estar meio gordinho, o de cabelo liso não pode estar enrolado, o de ferro não pode estar fraco. É difícil, hein!
(...)
Concentração é uma coisa que não existe na minha pessoa.
(...)
O mundo anda tão complicado ou o Renato Russo e eu não entendemos nada mesmo, mesmo que desenhem? PS. Não estou carente e nem de TPM
Friday, November 14, 2008
Se conselho fosse bom....
Saturday, November 08, 2008
Sunday, October 12, 2008
Thursday, October 09, 2008
Brazilian Ten String Guitar
Terça passada, prestigiei mais uma vez, o trabalho de Ivan Vilela. Pra quem não conhece, o rapaz é um músico fenomenal. Toca uma viola que é uma proeza. É arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas (divino), professor da USP e pesquisador da cultura popular. E o mais importante: uma pessoa simples e doce de dar gosto.
Pra quem precisa de referências midiáticas , o moço está na revista Bravo do mês de Setembro, indicado como favorito pelo músico Almir Sater. " O Ivan é um pesquisador que mistura viola com orquestra, mas não age assim pra chegar ao público erudito. Guia-se pelo coração. Na verdade, a platéia que curte viola se emociona tanto com as coisas mais singelas quanto com as mais rebuscadas. o caipira não é preconceituoso e até gosta de ouvir a viola de um modo diferente, porque acha que isso a enobrece. Todos os temas que já escutei do Ivan são bonitos...." (Almir Sater, Bravo. Setembro, 2008.)
Concordo plenamente com o Almir. Qualquer um que tenha um pedacinho de coração do lado esquerdo do peito se emociona com o som que ele tira da viola. Ah, e ainda, no show (ou canjão do IA), tinha uma menina tocando rabeca. Eu, sozinha em meio ao povo da Unicamp, dizia em voz alta: Que lindo, que lindo.
No fim do show, humildemente entreguei o nosso (meu, de Renatinha e Ina: As 3 Meninas) documentário pro Ivan. Dentro havia um pequeno bilhete com uns dizeres que a timidez impedia de dizer. Ivan, gentilmente, afirmou que só aceitaria o presente se fizéssemos uma troca: me presenteou com um CD com parte do show que ele apresentara no IA da Unicamp.
No encarte do CD, em meio à agradecimento para amigos, familiares, lê-se: Á Nhá-Chica, São Bene
dito, São Gonçalo, São Longuinho. Ao João Guimarães Rosa, mais uma vez e sempre.
João. Tinha que ter o João no meio. Sabe que só agora eu percebo o quanto ler "Primeiras Estórias” me influenciou. E muito mais do que esse codinome que uso no blog, mas na forma de compreender as pessoas, o mundo, suas diferenças.
João Guimarães Rosa, mais uma vez e sempre.
E Ivan na viola, por favor.
Monday, September 22, 2008
Em Brasília, 17hs e 38 min !



Saturday, September 20, 2008
Saturday, September 06, 2008
Perto do "Rio de Piracicaba"
Wednesday, August 13, 2008
Chen Tê ou Chui Ta?

A boa alma de Setsuan, de Bertold Brecht, conta a história de Chen Tê - prostituta moradora de Setsuan -, única pessoa da cidade a aceitar abrigar por uma noite os deuses que descem à Terra. Em retribuição à estadia, as divindades pagam Chen Tê que, com o dinheiro, consegue abrir uma tabacaria para se sustentar, largando a prostituição.
Temendo ser alvo de aproveitadores, a personagem se disfarça e adquire a identidade de Chui Ta, que se apresenta como primo da ex-prostituta. Assim, Chen Tê adquire uma personalidade oposta da sua. Enquanto que Chen Tê é incapaz de dizer não, sua versão masculina é um sujeito rígido com os negócios. Ele consegue afastar os miseráveis da cidade que vivem a lhe pedir favores.
Chen Tê se disfarça apenas para que os outros não façam mal à ela. Só quando está vestida de homem é que consegue impedir que os outros a enganem. (Baseado em texto da Revista Bravo).
PRECISO URGENTEMENTE ME TRANSFORMAR
Monday, August 11, 2008
Congestionamento Militar
TPM. Viagem pílula pra São Paulo. Congestionamento? Acreditem, só esse daqui de Campinas.
Pouca paciência e muitos minutos perdidos atrás desse povo
Saturday, August 09, 2008
Pedaço de mim...

Essa semana descobri uma pasta na rede do meu trabalho. Músicas de um ex-funcionário.
-“Ah, ele deixou eu copiar as músicas e pra continuar na rede”, alertou Abigail.
Entre Black music nacional e internacional, pagode, sertanejo e até uma pasta intitulada “zoeira” que possuía curiosidades como canções do Tiririca e das Frenéticas, havia a discografia (ou parte) de Chico e Caetano. E lá, para mim, uma relíquia: O álbum “Chico Buarque- História da Música Popular Brasileira –Série Grandes Compositores”
Esse álbum, lançado em 1982, pela editora Abril, era uma espécie “LP revista”, que juntava o famoso bolachão e páginas com as letras e a história, comentários de cada canção. Um primor!
Meu pai tinha um exemplar da coleção. Chico Buarque. Lembro-me que era comum nas manhãs de domingo, depois de voltar da feira semanal, a disco ser colocado na vitrola. “Joga pedra na Geni” podia-se ouvir de longe. Meu pai apreciava cada música e fazia questão de contar o significado político de “Meu caro amigo”, ou desvendar o quem seria a tal Geni. E o zepelin? Ah, ele ajudava todas as canções virarem um filme na minha cabeça de criança.
Quando ouvi o tal álbum por entre os arquivos de MP3, naquela ordem e sequência que há tempo não ouvia, confesso: parei de trabalhar pra colocar os tais filminhos de criança na minha mente de 26. Voei.
Chico Buarque
História da Música Popular Brasileira
Série Grandes Compositores
Thursday, August 07, 2008
Uma casinha lá na Marambaia (mas sem praia)...

A vida é assim pra quem trabalha em uma das fazendas do lugar onde trabalho! Ah, você não vive sem uma cidade, um shopping por perto? Não há problemas. A fazenda, ou centro de automação, fica há cinco minutos de Jundiaí, cidade que possui como quintal as cidades de Campinas e São Paulo. De um lado Jundiaí, do outro mata Atlântica. Ah, tem mais! Você gosta de cinema, gosta mesmo? Então também seria perfeito pra você. Lá na fazenda, tem uma sala de cinema, sabia? Tem um projetor (empoeirado) 35mm. Fora as primaveras de todas as cores pela fazenda....
Tudo isso pra todos que trabalham lá, desde o trabalhador braçal, que trabalha no campo, até o diretor do centro de automação.
E quando chove, a tardinha, os meninos não tem medo, não cancelam o futebol. Jogam na chuva mesmo. E as mães suspiram ao verem seus filhos jogando. E elas reluzem o quanto é bom morar ali.
Quem não quer?

.....Quando chega o verão
Eu sento na varanda
Pego o meu violão
E começo a cantar
E o meu moreno que esta sempre bem disposto
Senta ao meu lado e começa a cantar
Wednesday, July 23, 2008
Dear Diary
Saturday, July 12, 2008
FestPaulína: vestido de gala com botinas
Nos últimos dias Paulínia "a cidade feliz" foi notícia de jornais e revistas de circulação nacional. Tudo por conta do I Festival Paulínia de Cinema. Pólo de cinema com direito a Film Comission e um luxuoso e quase perfeito "theatro" que abrigou os 8 dias do festival.
Atores, cineastas renomados, críticos de cinema e platéia atravessaram o luxuoso tapete vermelho que orientava todos até a premiação personificada na estátua da "poposuda" menina ouro. Pauliniawood! Tudo quase perfeito!
A rica cidade, alimentada pelo pólo industrial que tem como atriz principal a refinaria de petróleo, é uma pequena cidade e ainda alimenta os hábitos de cidade pequena. E isso tem seu lado bom e ruim. Pude provar e comprovar isso!
O mega evento ocorrido nessa semana, não teve uma equipe de cerimonial muito articulada, o que resultou em atrasos de horas na programação diária. Azar o meu, que por não possuir um veículo de locomoção próprio, paguei certos "micos" como ter que sair no meio da sessão de filme como o de Walter Lima Jr. Eu, ser estranho, levantando e saindo de um teatro lotado com quase 1300 pessoas! Precisava pegar o busão!
Depois de vergonhas como essa, decidi abrir a mão e me planejar pra pegar um taxi no final da programação de ontem. Precavida que sou, falei antecipadamente com um taxista que me passou o celular de vários taxistas da cidade. Seria só chamá-los.
O filme "Feliz Natal" de Selton Melo (depois escrevo sobre os dois) terminou à quase meia noite. Kamis, minha irmã e eu, fizemos uma social no hall do teatro e decidimos ligar para os tais taxistas. Nenhum atendia os celulares, telefones fixos, sinal de fumaça e nem nada.
Nos dirigimos até a rodoviária e encontramos um guarda municipal que fechava os portões do tal Rodoshoping de Paulínia. "A rodoviária fecha a meia noite, jovens!". Essa boa alma, Seo Odair, percebeu que estávamos perdidas em todos os sentidos. "Não, não vou deixar vocês, duas jovens sozinhas aqui". Resultado: "Seo Odair" chamou uma viatura que nos trouxe até Sumaré (e levou também duas meninas de São Paulo para um Hotel da cidade. Elas não tinham condução para levá-las até lá e estavam com medo de ir a pé, numa avenida que não tem iluminação).
Tá aí, Paulínia não está "acostumada" a abrigar grandes eventos (ainda não acredito que não havia taxistas espertos atentos ao evento), mas ainda abriga pessoas de boa alma, como o policial Seo Odair e os outros da viatura!
Grande experiência a de andar em uma viatura de bancos duros e vidros à prova de balas, "que é pra pegá os ladrão, né"?!
E os filmes, o principal? Depois escrevo sobre. Muito, muito bom!
Monday, June 02, 2008
Sobre Sandras, Hivnas e Malus
O caso dela me levou a tentar comprovar o que tenho observado em personagens periféricos que se destacam profissionalmente: além do talento e da força de vontade acima da média, existem sempre fortes referências familiares associadas ao prazer ou à importância do aprender. Pedi-lhe que contasse sobre as figuras marcantes de sua vida. Sobressaiu a imagem do avô, José Crepaldi, agricultor, pobre, que pouco freqüentou a escola, mas vivia agarrado a um grosso livro de veterinária. "O livro e meu avô eram quase inseparáveis. Era a sua bíblia." Lia e observava, curioso, como os veterinários profissionais tratavam os animais. Gravava o nome dos remédios e dos tratamentos. Aquele agricultor, mesmo sem escolaridade, virou um veterinário autodidata e começou a ganhar alguns trocados porque era chamado para tratar de animais. A menina carregou para sempre a imagem do avô, em deleite, agarrado ao livro esgarçado. O velho morreu pobre -mas realizado.
Clarice, a mãe de Sandra, nunca foi à escola, mas também trouxe de casa - ela já observava o pai encantado com a veterinária- a importância do conhecimento. Do seu jeito, ela percorreu a mesma trajetória do prazer em aprender: inventava receitas, criava modelos de roupas ou construía móveis. "Minha mãe sempre tinha uma história para contar de alguma coisa que ela tinha feito." Nem que fosse a adaptação de uma receita de bolo que ouvira no rádio ou na televisão. Exigia que a filha estudasse e que as lições, que lhe eram incompreensíveis, estivessem bem-feitas.
Sandra não precisava receber cobranças. Lembra-se de uma professora da primeira série, chamada Dona Gema, que dava ares de festa para a escola. Ensinava cantigas de roda, contava histórias tiradas de livros coloridos, convertia papel e cola em peças de arte. Durante toda a sua trajetória em escola pública, sempre participou do que lhe ofereciam: grêmio, dança, coral, gincana, teatro, jornal. Todo esse entusiasmo cultural dava-lhe satisfação, mas dificilmente seria fonte de renda. Ingressou num curso técnico gratuito do Senai e, depois, entrou numa faculdade de engenharia, algo que nem remotamente seria acessível a qualquer pessoa de sua família. Não era o suficiente. Podia ter parado aí, com salário, carteira assinada, e já estaria muito bem.
Sua paixão estava na carreira de atriz, descoberta desde que participou de oficinas gratuitas no Sesc. A ex-futura engenheira química preferiu o palco e partiu para estudar teatro no Tuca. Fez de tudo para sobreviver. Até animação de festinha infantil. Possivelmente ser a estrela reconhecida em Cannes era, até a semana, passada, uma possibilidade tão remota quanto seu avô, autodidata, ter sido tratado como doutor. Além do reconhecimento artístico, o prêmio serve como condecoração ao prazer de se reinventar de uma uma menina que ganhou holofotes em Cannes, mas cujo futuro começou a ser escrito com palavras científicas de um obscuro livro de veterinária.
PS- Para participar do filme "Linha de Passe", Sandra teve de voltar a morar na periferia. Viu e sentiu a desesperança dos jovens, fora da linha de passe, morando em ambientes esgarçados - estão mais próximos da linha de tiro. Isso ajuda a explicar o inferno das escolas, onde professores são vítimas da violência cotidiana de tentar ensinar indivíduos sem perspectiva, muitos dos quais nunca viram um adulto perseguindo um projeto e apostando no conhecimento. Como estamos metidos numa espécie de guerra civil, reflexo da marginalidade juvenil, o caso de Sandra é um roteiro que mostra que o combate à violência começa com a possibilidade de que cada indivíduo se sinta capaz de descobrir um talento, o que começa na família e prossegue na escola.
Saturday, May 31, 2008
Dímelo

Si he muerto y no me he dado cuenta
A quién le pregunto la hora?
Dime, la rosa está desnuda
O sólo tiene ese vestido?
Por qué los árboles esconden
El esplendor de sus raíces?
Quién oye los remordimientos
Del automóvil criminal?
Hay algo más triste en el mundo
Que un tren inmóvil en la lluvia?
Es verdad que las esperanzas
Deben regarse con rocío?
Thursday, May 22, 2008
Sunday, May 18, 2008
Saturday, May 03, 2008
Agrishow



Barro?


Friday, March 21, 2008
Sobre cinema, debates e conversas

Thursday, March 13, 2008
Sobre sabedoria popular brasileira

Chuva, congestionamento na Av. Brasil, ônibus lotado.
Motorista fala para os passageiros que estão lá na frente:
- Êh chuvão..Quando eu era pequeno, minha mãe não deixava eu brincar na chuva. Ela dizia que era perigoso, pois se aparecesse um arco-íris, eu poderia passar embaixo e virar mulher. Homem virava mulher, mulher virava homem. Eu tinha medo. Saudade de minha mãe...
Ele pensa um pouco e continua...
- Se bem que hoje, se contassem essa história ninguém teria medo. Tem mulher que é homem, homem que é mulher. Sei lá...Talvez esse povo doido são os que passaram por baixo do arco-íris...
O ônibus caiu na risada. E seguimos viagem...
Engraçado, como tem gente que não consegue notar o valor e a riqueza de um bate papo, de um causo que escutamos por aí...
Eu faço questão de ficar com os ouvidos bem abertos pra eles. AdoroMonday, March 10, 2008
Sobre o filme "A alma do osso"

Ermitão, segundo o dicíonário, é a pessoa que vive no ermo, solitário. Dominguinhos da Pedra, personagem do documentário “A alma do Osso” vive solitário numa caverna do interior de Minas Gerais. Por isso, pode ser considerado um ermitão.
O documentário de
O corpo de Dominguinhos fala.. Seus pés, unhas, postura, ações lentas dentro da pequena caverna, contam a história de Dominguinhos. Em um primeiro momento (e talvez também em um segundo) não são necessárias palavras. A paisagem local e o cenário de vida daquele ermitão são partes dos membros que compõe o homem Dominguinhos.
Cao parece testar o espectador, apresentando o personagem nos 15 minutos iniciais através do ritual do café da manhã. Ali, o diretor oferece elementos para formular um porquê de se viver assim. Talvez a frase de Guimarães Rosa “Solidão é gente demais”, pode ajudar a pensar que Dominguinhos poderia ser um homem com aversão à pessoas. Porém, seja lá qual for a idéia que se tenha no final daqueles 15 minutos silenciosos do documentário, esta é quebrada com a confirmação de que o personagem é na verdade, uma apreciador de uma boa prosa, de um bom bate papo.
Dominguinhos tem medo. E confessa aos turistas visitantes seus medos através da história do homem que mataram sua carne, mas não seus ossos e que por isso, não morreu e sobre a luz do corisco. Os turistas, atrás da cerca, observam, escutam as palavras balbuciadas pelo velho homem e depois se vão. Dominguinhos confessa no olhar sua solidão. Ele é “A alma do osso”, não só pelo seu corpo magro, mas pela vida de quem tem sua carne ignorada pela comunidade como morta, mas que mantêm seus ossos vivos: Dominguinhos não morreu.
*Texto elaborado a partir de decupagem feita em classe, pelo diretor Marcelo Gomes e de algumas tantas idéias e opiniões minhas.
A alma do Osso. Cao Guimarães. 2004. 74min.Vencedor do prêmio de melhor filme nacional e estrangeiro do Festival "É tudo verdade" em 2004. Infelizmente, inédito nos cinemas do país,